Crie gifs animados gratuitamente – Dicas de recursos online

Os gifs ultrapassaram barreiras e ganharam espaço como ferramentas de comunicação e arte, dentro de diversos contextos.

Confira algumas dicas de sites para criar seus gifs gratuitamente, sem precisar instalar nada:

GIPHY

É possível criar gifs animados a partir de arquivos de vídeos e links de YouTube, combinar fotos e gifs por meio da opção “slide show”, adicionar títulos e textos animados, além de editar gifs.

Make A GIF

Fácil de usar e bem dinâmico. Você pode buscar por gifs para ilustrar seu texto e suas ideias ou, se quiser criar seu próprio gif, basta escolher a opção de “Create a gif”, adicionar as imagens, escolher a resolução e velocidade. Para criar gifs em HD, deve aderir à versão Premium.

Gickr

Converte vídeos do YouTube em imagens animadas, adiciona fotos do Flickr e gera gifs com muitas imagens. Pode selecionar o tamanho das imagens até 450px e também escolher a velocidade da animação. Mas lembre-se: as imagens do gif devem se conectar e ter uma ordem que faça sentido.

Gerador de Gifs

Interface simples. Basta enviar as imagens, selecionar  o tamanho (largura x altura) e duração do gif. Para adicionar mais imagens, adicione “mais frames”. Depois, é só clicar em gerar gifs!

IMgFlip

Para criar animações personalizadas a partir de seus próprios desenhos ou clipart, ou conectar quadros que você extraiu de um vídeo. Gifs animados de alta qualidade, com muitas opções de personalização e sem limite de número de imagens. Atualmente, o fabricante de gif suporta imagens PNG, JPEG e GIF. Por padrão, a qualidade é definida como 10 (pior) para que os GIFs sejam criados mais rapidamente. Você pode tentar mudá-lo para 1 (melhor), mas demorará um pouco mais para criar. Para gifs de maior qualidade, é preciso assinar Imgflip Pro! 😉

Boas ações e o novo capitalismo

“Faça todo o bem que puder, usando os meios que tiver, de todas as maneiras que puder, para todas as pessoas que puder, durante o tempo que for possível”.

Experimento social, marketing social, responsabilidade social: uma mensagem para o novo capitalismo! As marcas se relacionam de modo diferente e adotam novos padrões de valorização. Ser visível por meio de ações que contribuem com a sociedade é algo que vai além de mera publicidade. As pessoas não deixam de comprar, mas passam a se relacionar de modo consciente com o consumo. Aí se apresenta a necessidade de um novo olhar sobre o mundo. Pense diferente!

Gostamos da iniciativa ‪#‎Kanui‬! Via Canal DVC.

A era das solidões disfarçadas

Então é isso. A virtualidade alheia se acomoda onde a real presença deveria estar.

A solidão nunca foi tão real. Mas, no silêncio de um quarto enfeitado de histórias e com o aroma do próprio perfume, boa música e palavras para escrever, essa distância parece trazer certa calmaria. Enquanto isso, por aí, estão as solidões agitadas, disfarçadas nas boates lotadas, com gente bebendo seus copos de coragem.

Ninguém quer ficar sozinho, mas está. O amigo que mora longe, o que casou e adotou uma nova versão de diversão, aquele isolamento em mundos tão restritos e tão supostamente protegidos. Será mesmo que querem o não envolvimento? Será mesmo que a moda é o descompromisso amoroso? Mas, até mesmo o amor tem novos significados. Os amores dos contos de fadas já não fazem tanto sucesso como antigamente, mas nem por isso deixamos de sonhar com príncipes e princesas. Hoje em dia, após pouco tempo de convivência, as pessoas se dão ao direito de tentar mais uma vez, mais uma história, mais um talvez. Parece que estão sempre à espera do que caiba em sonhos fartos de expectativas cinematográficas. Afinal, quem não quer viver uma comédia romântica?

Então é isso, homens e mulheres reclamando da dificuldade de se relacionar. Na verdade, fica o medo da entrega, da intimidade, do contato com a imperfeição, pois, até dado momento, a mágica do “não-problemas, não-compromisso, não-família” está vigorando. Mas é a superficialidade que facilita a distância. Vê-se apenas o bonito, o maquiado. A maquiagem dos homens e mulheres. Tudo anda tão maquiado hoje em dia que quando se deparam com a proximidade, com a cara lavada, as pessoas recuam com medo de enfrentar uma ilusão. Neste tempo e espaço acabam confundindo o real significado de ilusão.

@Nanda Soares – Xícara Conteúdo

Bullying, depressão e um balão prestes a estourar

Meninas de asas quebradas

Tudo em nós que parece não se encaixar aos padrões, é passível de bullying. Na escola, na academia, na família, na universidade, na rua, na internet. E agora? O bullying virtual está em todos os lugares e vemos cada vez mais histórias de meninas que, acuadas e pressionadas pelas ações de terceiros mal intencionados, entram em depressão, colapso nervoso, desenvolvem anorexia, bulimia e outros distúrbios que fazem mal a elas mesmas. Os outros: os outros continuam rindo, fingindo não ver, vivendo suas vidas.

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Bullying quebra asas – Ilustração de Nanda Soares para Why Menina

 

Com as redes sociais, vemos um campo aberto para disseminação de ofensas que podem afetar e até mesmo devastar a vida das pessoas. A autoestima e a segurança para seguir em frente é atropelada. Vemos por aí meninas de asas quebradas, presas em infernos astrais e pesadelos da vida real. É como se vivessem pisando em balões de gás, prestes a estourar. Lá embaixo, um abismo de exposição, olhares e julgamentos. Muitas vezes, o tombo é tão grande que leva à morte. Essa é uma metáfora para falar dos casos de meninas que sofrem tanta fadiga emocional que chegam ao suicídio.

A depressão altera o humor, o comportamento, o desejo, a saúde. A tristeza e medo persistentes mudam a pessoa que sofre com isso. E mudam suas relações no mundo. O caso de Amanda Todd, uma adolescente de 15 anos, é exemplo disso. As agressões teriam começado quando ela teve sua imagem exposta em um página no facebook criada para divulgar a jovem de topless. Como isso aconteceu? Aos 12 anos ela foi convencida a mostrar os seios pela internet e depois disso sua vida virou um pesadelo. A página se disseminou e os colegas da escola não deram trégua. Ela se mudou de casa e de várias escolas, mas o assédio foi além do que ela poderia suportar. Amanda se enforcou após a saga de sofrimento decorrente do cyberbullying. E isso não é um fato isolado. Por isso temos que refletir, informar, sensibilizar, prevenir e buscar formas de punir os agressores. A adolescente Rebecca Ann Sedwick, 12 anos, suicidou-se na Flórida, depois de passar mais de um ano sendo aterrorizada com  o bullying on-line dos colegas. Segundo a mãe da menina, sua filha recebia mensagens de texto como: “Você é feia”, “Por que você ainda está viva?” e “Se mate”.

Infelizmente, as testemunhas de bullying acabam se calando por medo de serem a próxima vítima. Mas esse comportamento precisa ser orientado para novas formas de empoderamento. As vítimas sofrem caladas e são sufocadas por ameaças, por calúnias em cima do acontecido, por palavras e atos hostis, além do isolamento. Quando isso acontece na escola, quais atitudes são tomadas pela direção e professores?

Reduzir a prevalência de bullying nas escolas pode ser uma medida de saúde pública altamente efetiva para o
século XXI. (Lopes Neto – Jornal de Pediatria – Sociedade Brasileira de Pediatria)

Bullying quebra asas, afoga o potencial de interação das pessoas, modifica sentimentos, agride, mata. A estudante Julia Gabriele, de 12 anos, foi vítima de cyberbullying no facebook, feito por contestáveis páginas de humor. Postaram suas fotos e fizeram brincadeiras desagradáveis sobre seus pelos faciais.A Revista Toda Teen contou o caso de Julia, seu desespero e a repercussão em sua família. Mãe e filha choraram e suplicaram para que parassem.

Me odeiam, mas eu nunca fiz nada para nenhum deles. (Julia)

Meninas, entendam: Bullying e cyberbullying são crimes. Denunciem!

@Nanda Soares para Why Menina

Por que você fez isso? Revenge Porn

Capa do Filme Cyberbullying
Capa do Filme Cyberbullying

A pornografia de vingança (revenge porn) acontece quando alguém expõe suas fotos ou vídeos íntimos na internet sem o seu consentimento, na maioria das vezes por vingança, raiva ou como provocação, “inocente” brincadeira de mau gosto. Namoro, amizade ou qualquer outro relacionamento pode ter seus altos e baixos, mas nada justifica essa agressão. Ano passado, pela primeira vez, condenaram alguém por esse crime na Califórnia. Um homem publicou fotos de sua ex-noiva desnuda no facebook e ela não deixou barato. Até mesmo os comentários depreciativos que ele fez entraram nessa história. No Brasil, as leis ainda são cheias de brechas.

A pornografia de vingança é uma modalidade do Cyberbulliyng, ação que se caracteriza por hostilização banal sobre a vítima, agredindo e expondo a pessoa por meio de imagens ou textos via internet. Podem usar de diversas ferramentas para tal, configurando assédio moral que acaba tomando uma proporção muito maior no meio virtual. Leia mais sobre Cyberbullying: violência virtual e o enquadramento penal no Brasil.

Imagine como isso pode mudar e até mesmo destruir a vida de uma pessoa. Há casos de meninas que não aguentaram a pressão e tiverem que mudar de cidade. Em casos mais graves, ocorreu suicídio. As vítimas são expostas e todos que fazem parte da sua vida são afetados também.

A Revista Carta Capital publicou uma matéria falando sobre Os suicídios de garotas que tiveram suas fotos íntimas vazadas na internet.

“Hoje de tarde dou um jeito nisso. não vou ser mais estorvo pra ninguém”. Essa foi a frase que a estudante Giana Laura Fabi, de 16 anos, escreveu no Twitter antes de se matar. Ainda segundo a família, o suicídio da garota teria sido motivado pelo vazamento de uma foto sua mostrando os seios. Dias antes, uma estudante do Piauí (17 anos) havia se matado por motivo semelhante.

Como não falar disso? Está acontecendo com nossas meninas em muitos lugares do mundo. Está acontecendo aqui. Qual o papel da escola e do governo nesse sentido? Estamos  totalmente conectados: um clique pode transformar a realidade de muita gente.

Adolescentes seguem padrões rígidos de beleza disseminados por todos os meios. Se antes a TV dominava, agora as redes sociais se misturam ao cotidiano de meninas e meninos. Se fotografar e deixar-se ser fotografad@ virou moda. Cobranças estéticas e a fórmula mágica da felicidade instantânea compartilhadas por aí. Se para mulheres adultas já é pesado encarar tudo isso, imagine para as meninas. No meio do caminho, para satisfazer o desejo estrelado intimamente, tornando-se celebridade para si mesma e para o outro, encontram cortinas abertas quando não deveriam estar.

Mas, lembrem-se, a culpa não é da vítima. A nossa cultura machista reforça o hábito de martirizar quem foi exposto. Infelizmente, é preciso tomar cuidado, pois mesmo as pessoas que achamos que conhecemos e confiamos podem ter atitudes inesperadas. Além disso, existem casos como o da atriz Carolina Dieckmann, que teve suas fotos íntimas roubadas e divulgadas por Hackers. O caso dela (2011) ajudou na criação de uma lei que leva o seu nome: a Lei Carolina Dieckmann. Aprovada pelo Congresso Nacional em 2012, prevê multa e pena de prisão de até um ano para quem acessar e divulgar dados sigilosos sem autorização.

Outras celebridades como Rihanna, Wynonna Ryder, Demi Lovato e Vanessa Hudgens também tiveram fotos divulgadas. De acordo com informações do BuzzFeed, as fotos podem ter sido roubadas por causa de um problema no sistema de backup iCloud, da Apple.

Precisamos sim de leis que punam essas atitudes, mas precisamos também de informação, de uma educação não sexista, de relacionamentos verdadeiramente confiáveis, de mais atenção aos nossos jovens, de uma transformação social.

Nanda Soares para o Blog do Projeto Why Menina

O ser e o relacionar-se na era das redes sociais

As relações sociais ganham novos formatos e, ao mesmo tempo em que se tem toda a atenção voltada para a presença on-line, também se criam distanciamentos. As redes sociais revelam valores e comportamentos das pessoas, apresentando reforço negativo ou positivo que
contribuem para a manutenção ou mudança de atitudes e posicionamentos.

Por fim, ainda estamos no caminho, mas já encontramos indícios de uma era que está se configurando com muitas adaptações: a era virtual. As máquinas nos acompanham e nós acompanhamos as máquinas. O mundo on-line permite que sejamos múltiplos, e nessa
multiplicidade encontram-se inseridas a nossa cultura, nossa moral e costumes. O virtual, ao mesmo tempo em que abre caminhos para que as pessoas possam se expressar e ganhar voz na sociedade, também cria escudos que legitimam a distância e prejudicam a comunicação face a face.

As opções para se transformar e assumir novas personalidades geram um certo desconforto quando se pensa que essa não é a melhor saída para resolver problemas de relacionamento e, por outro lado, proporciona alívio àqueles que de fato não conseguem se integrar e interagir no mundo real. Portanto, vivemos em um mundo cheio de contradições, no qual as redes sociais assumem papel importante na manutenção de laços, na comunicação e interação.

As redes sociais, vistas como buracos de fechadura, revelam mais do que muitos poderiam prever ou mesmo imaginar. Ali, tanto o inconsciente quanto o consciente se manifestam. Nesse contexto, deve-se tomar cuidado para que, na mistura entre virtual e real, não deixemos de viver a coletividade, o contato com o próximo, a troca genuína de experiências e, principalmente, que possamos evitar a descaracterização de nós mesmos.

* Considerações finais do meu artigo intitulado O BURACO DA FECHADURA DAS REDES SOCIAIS – VIDA REAL VERSUS VIDA VIRTUAL, 2012. Trabalho realizado sob orientação de Rodrigo Capella – MBA.

Até a próxima!

Nanda soares

As redes sociais nos pegaram ou nós nos agarramos a elas?

A velocidade e função terapêutica da rede

Por Nanda Soares

As redes sociais nos pegaram ou nós nos agarramos a elas? Nessa onda de relacionamentos virtuais, sentimentos ainda são muito reais.

Às vezes realmente parece que coisificamos. São tantos recursos e inovações que se apresentam para nós que, em dado momento, sentimos que precisamos de um novo HD-cérebro ou mais memória RAM. Somos especialistas e, de fato, sabemos um pouquinho de cada coisa. E onde está a concentração para decodificar, assimilar e interagir com tudo isso? Onde é que se compra foco?

Você se concentra, aprende uma nova tecnologia, é capaz de reproduzir  as ações, mas, eis que chega a inovação da inovação. A novidade fica ultrapassada. É a moda das novas tecnologias. Era Digital, virtual, da informação, da tecnologia e mais algumas eras para se enquadrar.  E sobre se atualizar? Minha nossa, por onde começar? Aí está o problema.  Em um mercado que te pede para ser multifuncional, há de se encontrar o tal foco.

Outra coisa que nos segue (não estou falando de Twitter) é o vocabulário criado nas redes. A gente incorpora e usa por diversas vezes sem perceber. Porém, é preciso que se entenda que muita gente não conhece os termos utilizados na internet, fazendo-se necessário adaptarmos nossa linguagem para a vida social também.

Para conversar pela internet é preciso pensar rápido e enviar a mensagem ligeiramente. Com isso, por um lado abreviamos nossa forma de expressão e, por outro, criamos uma estratégia para dizer o que se quer em poucas palavras. Ainda assim, usamos os links como apoio e fica difícil ter tempo para dizer tudo que se deseja. Mais informação e menos densidade. Aí entramos num outro tema, a superficialidade das relações.

De qualquer modo, internet também já virou terapia. Com tantas coisas disponibilizadas na rede, tais como jogos, livros, receitas, fotos, vídeos etc, pode-se sim passar horas em frente ao computador sem perceber, distraídos, rindo ou chorando sozinhos, aprendendo, conferindo as novidades resumidas, vendo o que não foi possível ver e vivendo virtualmente o que o cotidiano não te deixou viver. O que não deixa de ser um risco também. Ater-se à tela e acabar gostando mais do mundo virtual que do real. Isso já acontece e não é história recente. Hoje vamos falar das redes sociais enquanto terapeutas. Citemos o facebook como exemplo.

Fulano escreveu que está cansado e deprimido. Logo depois descobre que não é o único, pois ciclana e outros mais respondem falando de si mesmos também, concordando com o pensamento, dando a mão virtual do “eu te entendo”. De vez em quando vêm as frases e comentários de motivação ou gozação. Observa-se imagens e frases em tom de zombaria, que muitas vezes não são entendidas como forma indireta de agressão, sendo compartilhadas e curtidas pela “galera”.  Através das redes vemos pessoas expressando não somente suas idéias, mas também valores, preconceitos e sentimentos, muitas vezes dos mais íntimos. É um caderno à mostra, um diário onde mágoas e raivas são despejadas. Também se veem manifestações de felicidade e de carinho. Um novo mundo que nos permite tornar público o nascimento do filho, a festa que se foi, o doce que comeu, a viagem que fez, o amor que conheceu, o amigo encontrado ou a realização de um projeto. Somos todos e todas como namoradeiras à beira de janelas na internet. Quer-se saber da vida do outro, como na vida aqui fora. Comparamo-nos, felicitamo-nos, criticamo-nos. Quer-se falar de si para os outros. Divulgar e compartilhar o que há de bom ou de ruim, na espera de uma resposta. Forma-se então a interatividade terapêutica da rede.

Revelar fragmentos da vida e do pensar, seja entre os amigos, amigos de amigos ou para qualquer pessoa, é um modo de dialogar com o outro e consigo mesmo. Encurtam-se distâncias de certa maneira e, simultaneamente, mantêm-se a zona de conforto. Comunica-se e ponto, sem muito cuidado. Quando surgem as imagens e frases de impacto para serem compartilhadas, é possível perceber a interação passiva também. Compartilho a ideia, mas não tenho tempo para pensar como escrever para dizer o motivo de minha concordância. Ainda assim, é válido, pois coloca-se de lado o “eu” em prol de uma causa. Apesar de que, tem muita gente compartilhando e apenas dizendo que curtiu coisas sem ler, sem nem saber direito do que se trata, sem pensar a mensagem. Afinal, são tantas mensagens de uma só vez que fica difícil. Espreme-se o conteúdo e dá-se um jeito de dizer que esteve ali. E mais, as frases com ou sem aspas de diversos autores são usadas para dizer seu humor do dia, revelam parte da sua personalidade, seus gostos, reverenciam suas escolhas e posicionamentos. Não é à toa que empresas pedem para ver os perfis dos futuros profissionais. Já parou para pensar que o seu perfil no facebook daria uma boa análise psicológica?

Então, as redes sociais nos pegaram ou nós nos agarramos a elas? A tecnologia nos mostrou um novo caminho. Neste caminho precisamos de um saber diversificado e também entrar em contato com nós mesmos. Precisamos entender o isolamento que aproxima. Nos transformamos em vozes, imagens e palavras. Já fomos transformados em números e agora somos perfis. E às vezes múltiplos. Somos seres sociais e tentamos nos inserir, abrindo-nos para uma sociedade virtual.

By Nanda Soares