Empatia para empreender

Existe uma revolução nos relacionamentos, algo que influencia o nosso dia a dia e o mercado de trabalho. Esta transformação revela a necessidade de considerarmos a #empatia para empreender junt@s. Isso significa uma nova visão para aprender cada vez mais com os parceiros e clientes, para alcançar produtividade e rentabilidade em formato colaborativo.
 
As organizações só têm a ganhar com esse novo modo de vivenciar, de produzir, criar e comunicar. Uma cultura que promove mudanças, gera diferenciais para seus colaboradores, mais valorização e resultados.
 
#Empatia serve para transformar as relações sociais, conviver bem com a diversidade, trocar experiências agregadoras, crescer junt@s e em sintonia com o bem-estar coletivo.
 
@conectidea #comunicação

Seu sonho sabe nadar

Por Nanda Soares

Ele estava andando junto a mim. E eu não lhe dei a mão. Então, meu sonho caminhou devagar e entrou no mar da espera. Agora preciso me arriscar entre as ondas para tentar resgatá-lo.

Durante algum tempo reconheci neste sonho a companhia que sustenta. Sonhos são como bons amigos que nos incentivam. Através desse íntimo amigo eu conheci a motivação. E esta, além de ter altos e baixos, é inquieta. É preciso cuidar sempre, como quem segura o pulso de uma criança na rua.

A motivação pode fugir, mas o sonho te olha nos olhos e vai embora, sem correr. Por isso, a cada minuto, a cada novo ou comum acontecimento em nossas vidas, a motivação precisa ser incentivada, vigiada. E a motivação tem tamanho, adapta-se à realidade em que vivemos, seja na vida pessoal ou profissional. Quando esta cresce, o ânimo cresce, cria-se maior expectativa, mais disposição. Portanto, lembre-se: para o sonho dá-se a mão para caminhar junto, mas por outro lado, segura-se pelo pulso a motivação, senão ela foge.

São inúmeras as formas de enxergar sonhos e motivações. Existem aquelas motivações exaustivas, pelas quais você estará sempre sob constante pressão, pois  precisa de respostas. Uma motivação mecânica, cheia de metas que parecem monstros no armário. E não precisa ser assim.

O sonho envolve tudo isso, desde motivação, planejamento e parcerias. Se a motivação demora a ter resposta, ou simplesmente não tem resposta, ela diminui, abaixa, o rendimento cai e ela pode até ser demitida da vida. A motivação é como um botão de liga e desliga, com um controlador de intensidade no meio do caminho. Mas se um sonho não é realizado, fica empoeirado, ou ultrapassado. Ele não diminui, não some. Estará lá no mar esperando resgate, cansado, desidratado. Sonhos são como pessoas queridas, impossíveis de serem deixadas no esquecimento. De repente, ele volta na memória. Aí você tem que lidar com isso: ou se angustia, ou encontra a conhecida nostalgia, ou realiza. Pode ter que fazer ajustes, mas sonhos aceitam adaptações também!

Com certeza já ouviu alguém dizer: “esse era o meu sonho no passado”. Pois bem, é o período em que a realização daquele sonho do passado já não cabe mais no hoje, pois o contexto é outro; a gente vira outro. Estamos em constante mutação e os sonhos não são diferentes. Chega aquele dado momento no qual você precisa se colocar e realmente se arriscar entre as ondas. Não se preocupe, o sonho sabe nadar. Para resgatá-lo é preciso algum esforço, é preciso se molhar, quebrar ondas. Eu sei o que estou dizendo, pois meu sonho certa vez entrou no mar, lembra-se?

O Resgate

Primeiro, você tem que saber nadar. Se não sabe, aprenda, qualifique-se! Você vai precisar ir e voltar por algumas vezes, e o sonho só te observa. O esforço deve ser seu. E se você, com determinação, quiser que ele volte, em algum momento ele vai tentar vir ao seu encontro também. Vai nadar na sua direção, com dificuldade. Quando vocês se encontrarem, não lutem contra o mar. Basta dar as mãos e ter foco para encontrar o caminho certo. As ondas chegarão à praia. Logicamente tem gente que vai longe demais, indo atrás do sonho distante demais. Neste caso, avise o salva-vidas, os bombeiros consultores. Tente resgatá-lo sim, mas não vá sozinha para não se afogar. Saiba reconhecer os riscos. Chame a motivação para te ajudar!

Quando se resgata um sonho do mar, há de se ter uma conversa franca com ele. É preciso abraçá-lo e explicar o motivo de tê-lo deixado de lado. É preciso pegar sua mão, olhá-lo nos olhos e mesmo que tenham de fazer um longo caminho até a casa da realização, você terá uma companhia preciosa, a quem poderá confiar suas esperanças; alguém que se manterá firme e crescerá com você, até a concretização. E não importa o quanto ele tenha que se adaptar, sonhos são elásticos, sabem boiar no tempo, perdoam com facilidade, mas são bem exigentes.

Portanto, aprenda, eduque os monstros no armário, planeje, segure sua motivação pelo pulso, cuide dela: assim terá ajuda para salvar o sonho, caso ele resolva ir nadar no mar.

Crônica para empreendedor@s.

Mais essência

Por Nanda Soares – Relações Públicas

Essência é a mais importante qualidade, o traço central de um ser. O mundo seria bem mais franco se fosse menos aparência e mais essência. E as empresas também! Por isso, é essencial cuidar da sua casa interior, seja na vida pessoal ou profissional, para que o mundo lhe reconheça em alinhamento com discurso e prática. Isso se chama transparência. E a essência, os valores fundamentais de cada ser ou organização, estão diretamente ligados a isso.

SOMOS MULHERES LIVRES PARA SER RP

Ser livre para estudar, opinar e escolher a própria profissão.

Ter direito a esta escolha não foi fácil e faz parte da luta das mulheres pela sua emancipação na sociedade, acesso e reconhecimento no mercado de trabalho.

Apenas há 137 anos, as mulheres tiveram autorização do governo brasileiro para estudar em instituições de ensino superior. Muitas eram criticadas e, ainda hoje, questionadas quando escolhem profissões consideradas predominantemente masculinas.

As comemorações do dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, geralmente ocultam as reinvindicações de mulheres que lutaram por melhores condições de trabalho e pelo direito ao voto. É por causa da caminhada corajosa delas que temos liberdade para nos formar e atuar como Relações Públicas. Hoje, somos maioria em nosso mercado, mas apesar de exercermos cargos gerenciais na comunicação corporativa, ainda não estamos em pé de igualdade quando se trata de cargos de direção (Aberje).

Segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho), 70 anos é a média de tempo calculada para que haja paridade salarial entre mulheres e homens. Entre 1995 e 2015, em nível global, a diferença diminuiu apenas 0,6%.

Como alternativa de resposta a este tema, o 5º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ONU), que visa “alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas”, propõe uma série de ações a serem trabalhadas, dentre elas: “garantir a participação plena e efetiva das mulheres e a igualdade de oportunidades para a liderança em todos os níveis de tomada de decisão na vida política, econômica e pública”. Neste ponto, as empresas privadas e órgãos públicos têm papel fundamental na construção da igualdade de gênero e desconstrução do machismo, tendo a chance de incorporar valores e princípios que expressem essa ideia na sua cultura organizacional.

Consciência e solidariedade

Nossa história é cercada pela resistência e enfrentamento ao machismo. Para exercer nossa cidadania, vivenciamos anos e anos de submissão a um sistema patriarcal que ainda nos atropela com retrocessos. No Brasil, somente em 1932 (12 anos após o Sufrágio Feminino nos EUA) foi promulgado o Código Eleitoral que nos garantiu direito ao voto. Há 54 anos (em um passado não muito distante), as mulheres precisavam pedir autorização ao seu marido ou pai para trabalhar; não tinham direito à propriedade ou mesmo de guarda sobre seus filhos. Isso só começou a mudar oficialmente com a LEI No 4.121, DE 27 DE AGOSTO DE 1962. A autonomia veio como oportunidade de crescimento intelectual feminino e como libertação, apesar da jornada cumulativa que ainda está em processo de discussão e transição diante de novos papéis assumidos por homens e mulheres no mundo. Sonhamos com uma sociedade que preze pela parceria. 

Os meios de comunicação, especialmente após o advento das redes sociais, também dão voz a inúmeras manifestações que denunciam discriminações, abusos, injustiças, revelam e pedem o fim da violência contra as mulheres. Atualmente, presenciamos e participamos de ações de sensibilização que nos ajudam a assegurar a permanência de nossos direitos, construir e desconstruir estereótipos que nos expõem à violência. A problemática feminina é uma questão social, e por isso, como proferiu Alexandra Kollontai, o Dia da Mulher deveria ser dia de consciência política e de solidariedade internacional.

Nanda Soares 
Relações Públicas CONRERP 3/2296 
Consultora de Comunicação e Articulação Social na Conectidea
Conselheira do Conselho Regional de Relações Públicas - 3ª Região

A Educação Proibida

A educação vai além de um processo organizado. Educar é fazer experimentar, criar e compartilhar. O aprendizado é múltiplo.

O documentário “A Educação proibida” é resultado de mais de 90 entrevistas realizadas em 8 países através de 45 experiências educativas não convencionais e um total de 704 co-produtores. Um projeto completamente independente de uma magnitude sem precedentes, o que explica a necessidade latente para o crescimento e o surgimento de novas formas de educação.

“Todo mundo fala de paz, mas ninguém educa para a paz. As pessoas educam apenas para a competição e a competição leva à guerra.”
( Pablo Lipnizky )

“Nunca duvide que um pequeno grupo de cidadãos, prestativos e responsáveis possa mudar o mundo. Na verdade, é assim que tem acontecido sempre.”
( Margaret Mead )

“A liberdade real virá quando nós nos libertarmos da dominação da educação ocidental, da cultura ocidental, e do modo de vida ocidental.”
( Mahatma Gandhi )

Algumas das propostas e princípios pedagógicos que sustentam “A Educação Proibida”: Método Montessori; pedagogia Waldorf (Rudolf Steiner); pedagogia Crítica; pedagogia Liberadora (Paulo Freire); método Pestalozzi; método Freinet; A Escola Livre; A Escola Ativa; pedagogia Sistêmica; educação Personalizada; pedagogia Logosófica.

Colabore você também, divulgando e compartilhando o vídeo em redes sociais, promovendo um debate no seu meio social.

Quando o corpo não acompanha a mente

Vivemos em tempos dos “sem tempo”. A corrida pela produtividade está movimentada. Aceleramos, mas ainda assim compraríamos alguns minutos, se pudéssemos. Com isso, colocamos em segundo plano a alimentação, o lazer e a própria saúde. A era dos estressados é agora!

Em um mundo de grande competitividade aprendemos que ser criativo, paciente e ágil, tudo ao mesmo tempo, é necessário. Mas as ideias muitas vezes se atropelam e o relógio não dá trégua. Com o advento das redes sociais e o mundo nas mãos, também trocamos o descanso por interação contínua. Sim, estamos viciados em informação e o celular já se tornou extensão do nosso corpo. Como é possível tantos jovens desmemoriados por aí se eles dão conta de milhões de plataformas sociais, conversas paralelas, curtidas, risos e selfies ao mesmo tempo? Estamos enchendo cada vez mais nosso HD cérebro de dados temporários. Aprendemos e apreendemos o mundo à nossa volta de modo diferente. Quando nos apresentamos ao mercado, aquele famoso e poderoso “Sr. Mercado de Trabalho”, temos que render cada vez mais e em menos tempo.

Nossa lista de objetivos, metas e pendências parece um recipiente sem fim. Precisamos agregar a todo instante. E como fazer isso e ao mesmo tempo dar atenção para aquela dorzinha que incomoda diariamente, mas não te paralisa. Como tomar um café sem olhar a hora ou ler alguma coisa só por gosto? Tenho tanta coisa pra fazer que até mesmo as coisas que me interessam ficam cansativas no final do dia.

A saída é realmente parar, respirar fundo em algum canto com menos poluição e encontrar a brecha que te salvará da loucura do cotidiano. Já percebeu que sempre damos alguma desculpa se é para fazer algo fora do contexto da produtividade, que seja por simples satisfação ou cuidado consigo mesmo? Então, pare de dar desculpas e faça alguma coisa pela sua saúde física e emocional. Quem sabe começar por coisas pequenas, como vencer o vício de dormir pouco? O seu corpo responde na hora, a mente é que teima em ficar acesa. Quem sabe diminuir o café e passar a tomar um suquinho verde, fazer uma caminhada ou trocar o seriado de TV por uma atividade física que lhe agrade? Talvez deva prestar atenção na sua ergonomia e atentar para não ficar tanto tempo sem comer. Mas quem é o louco que come de três em três horas, não é? Bom, você deve saber o que precisa ser feito! Marque aquela consulta que está ficando pra depois (já faz mais de um ano né). Vá fazer uma limpeza no dentista (limpeza?). Ou, visite aquela tia, avó, amigos que não encontra há muito tempo. Vigie seu ritmo para não sair da linha! Lembre-se de reconectar seu corpo e mente.

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Boas ações e o novo capitalismo

“Faça todo o bem que puder, usando os meios que tiver, de todas as maneiras que puder, para todas as pessoas que puder, durante o tempo que for possível”.

Experimento social, marketing social, responsabilidade social: uma mensagem para o novo capitalismo! As marcas se relacionam de modo diferente e adotam novos padrões de valorização. Ser visível por meio de ações que contribuem com a sociedade é algo que vai além de mera publicidade. As pessoas não deixam de comprar, mas passam a se relacionar de modo consciente com o consumo. Aí se apresenta a necessidade de um novo olhar sobre o mundo. Pense diferente!

Gostamos da iniciativa ‪#‎Kanui‬! Via Canal DVC.

American Reflexxx – O confiante e o diferente assustam

O documentário, curta-metragem, dirigido por Ali Coates em Myrtle Beach (Carolina do Sul/EUA) é um experimento social revelador e assustador. O que uma máscara de espelho pode provocar nas pessoas? Parece que ali vemos o reflexo de uma sociedade que se enfurece com o desconhecido, com o diferente; ainda mais quando esse diferente parece confiante.

Jovens, mulheres e homens, curiosos, armados com seus celulares. Câmera em punho, palavras no gatilho e a ousadia da violência gratuita. A performance de Signe Pierce, que usava roupas de stripper e uma máscara reflexiva tampando seu rosto,  não apenas chamou a atenção do público que passava por uma movimentada rua, como também trouxe à tona o que há de pior em nossa sociedade. Minutos inquietantes que mostram as pessoas curiosas acompanhando seu caminhar, querendo ver o que acontece depois. Uma câmera em movimento, a reação das pessoas sendo registradas e o clima vai ficando cada vez mais pesado. Um vestido azul muito curto, salto alto, gente tentando descobrir se ela é homem, mulher ou trans. Sua identidade de gênero é uma incógnita. As pessoas riem, a seguem, jogam coisas, a derrubam violentamente. Mulheres notavelmente como autoras das violências. Não a queriam ali, a machucaram.

É deprimente, chocante e assustador ver como o confiante e o diferente assustam. Nossa sociedade engolida pelo preconceito, pela intolerância vivida e praticada entre jovens, justo aqueles que deveriam ter um olhar mais aberto sobre o mundo. Após jogarem água e objetos, a empurram. Uma mulher a empurra com as mãos e os outros com a conivência. Ela cai e fica. Ninguém faz nada. Ela se levanta, sangue no joelho.

As pessoas se sentem afrontadas por aquilo que lhes parece contrário e canalizam toda a sua raiva para cometer atos de violência. Por estarem em grupo, sentem-se ainda mais corajosas. Ninguém se importa se está sendo filmado. Primeiro se divertem, depois atacam. Há algo de desumano tomando conta.

Marina Abramovic  realizou trabalhos pioneiros ao expor seu próprio corpo à face da verdadeira natureza humana. Suas performances buscavam trazer à tona sentimentos e comportamentos escondidos, que aparecem quando somos provocados. Em 1974, com o projeto Rhythm, ela ficou à mercê do público que poderia usar os 72 objetos disponíveis na mesa da forma como quisessem em seu corpo. Ali estavam uma arma, uma bala e um chicote. Tudo começou com curiosidade e acabou em violência, assim como no vídeo de Ali Coates.

"O que eu aprendi é que se você deixar nas mãos do público, eles podem te matar. Eu me senti realmente violada. Cortaram minhas roupas, enfiaram espinhos de rosa na minha barriga, uma pessoa apontou uma arma para minha cabeça e outra a retirou. Isso criou uma atmosfera agressiva. Depois de exatamente 6 horas, como eu tinha planejado, me levantei e comecei a caminhar em direção ao público. Todos fugiram para escapar de uma confrontação presente." Abramovic, após a performance "Rhythm 0" (1974)

As pessoas testam os limites de sua própria índole, mas são incapazes de olhar cara a cara para as suas atitudes. Ali, com Abramovic, ninguém queria ser confrontado.

O mais inquietante na vídeo-performance de Signe Pierce é seu rosto coberto. As pessoas olham e enxergam seu próprio reflexo. A violência é refletida. Em alguns momentos ela se volta e parece enfrentar o público, que corre, como se tivesse cutucando um bicho que acordou.

Onde está a liberdade de ir e vir? Somos livres para sermos o que quisermos? O que isso nos diz sobre estereótipos, sobre estigma? Para refletir!

MANIA DE PERFEIÇÃO

Aos profissionais com mania de perfeição, assim como eu, cuidado com os efeitos colaterais das exigências sobre si mesmo. Pode parecer fácil do outro lado, mas quando começamos a sufocar em pendências que ainda nem aconteceram e viramos oráculos para resolver tudo antes da hora, a coisa começa a complicar.

Todos sabemos que ser eficiente e eficaz faz parte de um bom trabalho, mas até que ponto abranger muitas funções e responsabilidades de uma só vez, tendo a perfeição como única moeda de troca com a satisfação, poderá seguir sem resultados negativos para a saúde?

A perfeição é o lugar onde queremos chegar, mas se a colocarmos como caminho, será doloroso perceber que nem tudo depende de nós, que existem variáveis de todos os tipos, sejam técnicas, emocionais ou comportamentais. O tempo torna-se cada vez mais escasso para você, e isso acontece até mesmo na sua cabeça. Seus pensamentos ficam tomados de listas do que deveria fazer e o seu presente vira apenas a realização sufocada do que planejou.

Abrace seu trabalho, mas cuidado. Não se deixe de lado e seja generoso com você. Muitas vezes nem sequer nos permitimos errar, virando carrascos de nós mesmos. Está na hora de se libertar e simplesmente abraçar cada etapa como uma oportunidade, um passo.

Um passo de cada vez!

Abraço,

Nanda Soares